Não sei como descrever o que sinto, nem o que sinto por ti. Sei que lês tudo o que escrevo e sei que tudo o que te escrevo, jamais o direi oralmente. Tenho medo de falar, não me quero magoar de novo, não quero passar pelo que passei, nem chorar por saber que gosto de alguém e que posso vir a magoar esse mesmo alguém.
Ser EU custa, custa mesmo, mas custa mesmo mesmo. Não escrevo apenas porque me ajuda a descomprimir todos os pensamentos que vou arrumando na cabeça ao longo do dia, mas porque sei que a 500 km de distância alguém certamente que os irá ler.
Sou um rapaz muito pouco físico, pelo menos enquanto não puxam por esse meu lado, tanto manipulo as palavras que algumas vezes, nas que sou mais sincero, acabo manipulado por elas também.
Hoje é um dia meio apático, meio feliz, não pensei em nada do que tenho escrito nos outros dias e sei que tenho mais um motivo para não o fazer.
Viver doente e saber disso é uma forma de nos conhecer-mos melhor. Ontem contei a alguém que tem marcado a sua presença na minha vida, o que só conto a quem confio.
Tenho (...)
A reação não poderá ter sido melhor. Agora que sei que lês o que escrevo, obrigado por estares cá.
A mim? Acho que subi mais um degrau!
Até amanhã, na esperança de um dia completar este texto com o resto do que sinto. E hoje é sem P.S.